
Quem é a Tina?
Oi, eu sou a Tina!
Sou jornalista, escritora e curiosa desde sempre. Nasci em Paranaguá (PR), cresci em Balneário Camboriú (SC) e me acostumei a enxergar o mundo como um palco onde a linguagem muda de figurino conforme o clima.
Há mais de três décadas circulo pelo universo literário: publiquei poemas e crônicas em diferentes coletâneas, reviso manuscritos com a devoção de quem escuta o texto respirar e participei da criação da primeira Feira do Livro de Jaraguá do Sul (SC), que segue viva, pulsante e diversa — exatamente como acredito que a cultura deve ser.
Me formei em Jornalismo pela Univali (Itajaí) e, no caminho, mergulhei em Comunicação Empresarial, Marketing, teatro, artes plásticas, poesia, semiótica, storytelling e mentoria artística. São rotas que se entrelaçam, viram mapa afetivo e, de algum modo, sempre me devolvem ao mesmo lugar: a palavra como matéria-prima.
Também caminhei pela Sociedade Cultura Artística de Jaraguá do Sul como voluntária, guiando pessoas por exposições e ajudando a dar visibilidade ao que move a cidade. Criei álbuns e scrapbooks de viagens culturais para artistas plásticos, registrando fragmentos de mundo com o cuidado de quem sabe que o detalhe revela a alma.
Em 2012, dei forma ao Panic Monday — este meu laboratório público de poesia para as segundas-feiras e seus tropeços. O blog ganhou vida própria, atravessou fronteiras, chegou ao Encontro com Fátima Bernardes em 2013 e encontrou leitores que se reconheceram no mesmo caos que me empurra para a escrita.
Acredito que carreira, criatividade e autenticidade avançam quando a comunicação vira conversa, a cultura abre caminhos e o caos oferece combustível. Vivo nessa encruzilhada fértil: poesia, prática e promessa.
Sou poeta nas entrelinhas, escritora de madrugada, jornalista por essência. Carrego bricolagem na pele, cultura nos olhos e inquietação no pulso. Café me acalma, escrever me alinha, livros me salvam, séries me hipnotizam, rock me embala, e a vida — sempre ela — me provoca.
Divido o cotidiano com meu marido Renato e nossos filhotes Buddy, Nori e Théo, meus companheiros de enredo. E sigo tingida de roxo, a cor que me encontra onde quer que eu vá.
Escrevo porque viver me parece pouco.
E vivo para transformar o pouco em relato.
