[Tomara que caia]

Chegou hoje
Meu vestido de poá
Tomara que caia
Tomara que saia
Que vaia, que seja
Tomara que derreta
Pelas calçadas pálidas
Da cidade nublada
Pelos bueiros rarefeitos
Pelas valas flácidas
Pelas vagas vagas
Das ruas ácidas
Das segundas cálidas
Das feiras plácidas
Tomara
_
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[durma até sonhar, viva até acordar…]

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