Poemas contemporâneos sobre relacionamentos, escolhas de vida, comportamentos e aflições do cotidiano. 

[Cotidiano]

Pela
primeira vez
Depois de
anos
Eu fiz
planos 

Foi
quando perdi o sono
Ainda de
quimono
Depois do
teu abandono 

Sei que
parece tolo
E talvez
até insano
Mas penso
em você o tempo todo 

Mesmo
quando encontro
Outras
luzes, sons, cores e rostos
Ou no
meio do cotidiano 

Segunda-feira se não me engano
Entre
acordes de piano
Resolvi
arrancar do meu peito
Esse
coração profano
Pra poder
sonhar sem mando
Sem
ninguém no meu comando 

Pela
primeira vez
Depois de
anos
Aprendi a
dizer eu te amo

by Tina Teresa | @DiaboliqViolet

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ilustração deste poema: fotografia by @anendfor durante a primeira edição da aula / workshop / troca de ideias do #365nus em São Paulo. “Acho que essa é a que mais curto do dia, pelo fato de ter muito a ver com a Thays: ela tem essa cicatriz no peito, proveniente de uma operação no coração, que ostenta orgulhosamente – além de também ter um coração gigante ali dentro”, dia o fotógrafo, Fernando Schlaepfer, em sua postagem original, no Instagram.

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[durma até sonhar, viva até acordar…]

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