Poemas contemporâneos sobre relacionamentos, escolhas de vida, comportamentos e aflições do cotidiano. 

[Bola de neve]

Tão bola 

Tão neve 

Não demora 

Não vá embora 

Me leve 

De leve 

Na memória 

Segunda-feira agora

 –

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[durma até sonhar, viva até acordar…]

Mais poemas

18FEV2013

[Pronto. E ponto.]

Se me apronto, é ponto? Se demoro, comemoro? Contra-ponto em prantos. Não, não choro, mas imploro… … por uma laçada, um alinhavo, um ponto. Inacabado, é claro.  Porque nada nunca está pronto.  Porque agora eu me declaro… … amante de retalhos emendados. Ponto a ponto. Delicado. De cada lado encontro … caracóis de linhas… … […]

11FEV2013

[Das coisas mortas pelo caminho…]

Da borboleta tenho dó: o desfrute das asas coloridas chega de repente, resplandecente.  Vê-la caída no chão reflete a fatia de tempo cortada pelo rasante final.  Da ratazana, que dizer? Pelos amassados, olhos esbugalhados. Fim trágico de uma corrida mal sucedida.  Da barata passo perto por mero descuido. O que realmente quero é que seu […]

04FEV2013

[Violeta]

Enquanto chove, floresço. Enquanto enquadro, anoiteço. Enquanto trago, violeta. Enquanto você não chega, percebosegunda-feira ainda é cedo  e cada paisagem que invento, borboleta. –

[LIVRO]

versos de um réveillon sem fogos

Reúne fragmentos de dez anos de observação: o humor instável da segunda, o peso dos compromissos, o entusiasmo possível, as pequenas esperanças. É um livro feito de começos — não de finais.

Don’t miss out!
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