[Encontro]

Toda vez que a gente se encontra
tem sido assim
Você sóbrio na sombra
E eu perdida dentro de mim
Toda vez que a gente se encontra
meus cabelos dançam revoltos
tentando esconder, em ondas
um largo sorriso no meu rosto
Toda vez que a gente se encontra
os aromas do meu corpo
sobrevoam a segunda-feira
enquanto você me desmonta
Parece que você sabe
meu lado avesso derrete
quando nada mais me cabe
Parece que você se diverte
minha risada se espalha
quando teu verso se repete
A ordem não importa
A noite não tem volta
nem as voltas
que você dá em mim
quando eu volto e te olho assim
toda vez que a gente se encontra
segunda-feira sem fim
–
by Tina Teresa | @DiaboliqViolet
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ilustração deste poema: beautiful juxtaposition on a seashell by Erzsebet Nagy Saar, un talent curieux qui se livre à des expérimentations de matière et de composition.
Ces quatre collages de la série Nautilus en sont un bon exemple. Les petites créatures lovées dans la nacre sont comme des petites sirènes dont la beauté mystérieuse nous captive…
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