[Marionete]

Retalhos vividos, memórias tímidas
Fale baixo, aqui no meu ouvido
Embale minha poesia única
Fale uma letra de música colorida
Cada cor que meu cérebro promete
Traz dó, traz dor, traz pó
Do pó ao poema, ao dilema
À carta que você me escreve
Qualquer que seja o pranto
Teu nome em minhas costas
Assombra o entretanto
Faz sombra, faz cócegas
E o peso de um amor cantado
Espera uma última obra
Um desenho torto, borrado
Uma migalha sem tinta que sobra
Marionete nos teus braços
Danço um passo
Retalho no retrato
Segunda-feira eu faço
Um risco?
Um traço?
Será que arrisco um suspiro?
Ou um morango
Permito-lhe ser vampiro
Sorvo-lhe o vinho e danço tango
–
by @DiaboliqViolet
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[durma até sonhar, viva até acordar…]

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