[Rabiscos]

Nem sempre somos vistos como nos vemos.
Nem sempre somos vistos.
Nem sempre vemos.
Nem sempre somos.
Às vezes sonhos.
Em outras, riscos.
Ou rabiscos que risco enquanto arrisco um novo sonho.
Um sonho arisco nem sempre assim tão novo.
Um sonho de molho que cai no chão.
E salta ao colo.
E vira renda nas tuas mãos.
Um sonho leve quase uma prece.
Não tem receita, nem segunda-feira.
Nem sintonia perfeita.
Nem sempre vemos, nem sempre temos.
Às vezes desenhamos rabiscos velhos em acordes novos.
Às vezes fomos.
Às vezes risos.
Segunda-feira eu improviso.
Rabiscos.
–
by Tina Teresa | @DiaboliqViolet
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ilustração deste poema:
Mandalas desenhadas na rua by Bicho de Pé.
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